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sábado, 21 de junho de 2008

SISTEMA ESQUELÉTICO

A sustentação do corpo está a cargo do sistema esquelético (esqueleto), que também fornece, em certos casos, proteção aos órgãos internos e ponto de apoio para a fixação dos músculos. O endoesqueleto é um tipo básico de esqueleto e consiste em inúmeras peças cartilaginosas e ósseas articuladas. Essas peças formam um sistema de alavancas que se movem sob a ação dos músculos.

Função do esqueleto
O esqueleto ósseo, além de sustentação corporal, apresenta duas importantes funções:

Reservas de sais minerais, principalmente de cálcio e fósforo, que são fundamentais para o funcionamento das células e devem estar presentes no sangue. Quando o nível de cálcio diminui no sangue, sais de cálcio são mobilizados dos ossos para suprir a deficiência.

Determinados ossos ainda possuem medula amarela (ou tutano), como mostra a figura ao lado. Essa medula é constituída principalmente por células adiposas, que acumulam gorduras como material de reserva.

No interior de alguns ossos (como o crânio, coluna, bacia, esterno, costelas e as cabeças dos ossos do braço e coxa), há cavidades preenchidas por um tecido macio, a medula óssea vermelha, onde são produzidas as células do sangue: hemácias, leucócitos e plaquetas.



Crescimento Ósseo
Há um esqueleto cartilaginoso durante a vida embrionária, o qual será quase totalmente substituído por um esqueleto ósseo. É o que se denomina ossificação endocondral (do grego endos, dentro, e chondros, cartilagem).

Os ossos começam a se formar a partir do segundo mês da vida intra-uterina. Ao nascer, a criança já apresenta um esqueleto bastante ossificado, mas as extremidades de diversos ossos ainda mantêm regiões cartilaginosas que permitem o crescimento. Entre os 18 e 20 anos, essas regiões cartilaginosas se ossificam e o crescimento cessa. Nos adultos, há cartilagens em locais onde a flexibilidade é importante (na ponta do nariz, orelha, laringe, parede da traquéia e extremidades dos ossos que se articulam).


Ossos da mão de um bebe


Criança


Adolescente


Adulto

Juntas e Articulações
Juntas é o local onde dois ossos se tocam. Algumas são fixas (ex.: crânio), onde os ossos estão firmemente unidos entre si. Em outras juntas (ex.: articulações), os ossos são móveis, permitindo ao esqueleto realizar movimentos.

Há vários tipos de articulações:
Tipo "bola-e-soquete" - Nos ombros, possibilitando movimentos giratórios dos braços.

Tipo "dobradiça" - Nos joelhos e cotovelos, permitindo dobrar.


Tipos de articulações

Articulação
Os ossos de uma articulação têm de deslizar um sobre o outro suavemente e sem atrito, ou se gastariam. Os ossos de uma articulação são mantidos em seus devidos lugares por meio de cordões resistentes, constituídos por tecido conjuntivo fibroso: os ligamentos, que estão firmemente aderidos às membranas que revestem os ossos.

Divisão do esqueleto
O esqueleto humano pode ser dividido em três partes principais:

Cabeça
O crânio é uma estrutura óssea que protege o cérebro e forma a face. Ele é formado por 22 ossos separados, o que permite seu crescimento e a manutenção da sua forma. Esses ossos se encontram ao longo de linhas chamadas suturas, que podem ser vistas no crânio de um bebê ou de uma pessoa jovem, mas que desaparecem gradualmente por volta dos 30 anos.

A maioria dos ossos cranianos formam pares, um do lado direito e o outro do lado esquerdo. Para tornar o crânio mais forte, alguns desses pares, como os dos ossos frontais, occipitais e esfenóides, fundem-se num osso único. Os pares de ossos cranianos mais importantes são os parietais, temporais, maxilares, zigomáticos, nasais e palatinos. Os ossos cranianos são finos mas, devido a seu formato curvo, são muito fortes em relação a seu peso - como ocorre com a casca de um ovo ou o capacete de um motociclista.


Crânio

Tronco
Formado pela coluna vertebral, pelas costelas e pelo osso esterno. O tronco e a cabeça formam o esqueleto axial.

Coluna Vertebral

Coluna Vertebral

Ou espinha dorsal, é constituída por 33 ossos (as vértebras). A sobreposição dos orifícios presentes nas vértebras forma um tubo interno ao longo da coluna vertebral, onde se localiza a medula nervosa.

Costela e Osso Esterno

Costela e Osso Esterno

A costela e o osso esterno protege o coração, os pulmões e os principais vasos sanguíneos. A musculatura da caixa torácica é responsável, juntamente ao diafragma, pelos movimentos respiratórios.
A caixa torácica é formada pelas costelas, que são ossos achatados e curvos que se unem dorsalmente à coluna vertebral e ventralmente ao esterno.

A maioria das pessoas possui 12 pares de costelas. Algumas tem uma extra (mais comum em homens do que mulheres). Os dois últimos pares de costelas são ligados à coluna vertebral, não se ligam ao esterno (as costelas flutuantes).

Membros Superiores e Inferiores

Membros Superiores e Inferiores

Os ossos dos membros superiores e inferiores ligam-se ao esqueleto axial por meio das cinturas articulares.

Membros Superiores
Composto por braço, antebraço, pulso e mão.

O braço só tem um osso: o úmero, que é um osso do membro superior.

O antebraço é composto por dois ossos: o rádio que é um osso longo e que forma com o cúbito (ulna) o esqueleto do antebraço. O cúbito também é um osso longo que se localiza na parte interna do antebraço.

A mão é composta pelos seguintes ossos: ossos do carpo, ossos do metacarpo e os ossos do dedo. Os ossos do carpo (constituída por oito ossos dispostos em duas fileiras), são uma porção do esqueleto que se localiza entre o antebraço e a mão. O metacarpo é a porção de ossos que se localiza entre o carpo e os dedos.

Membros Inferiores
São maiores e mais compactos, adaptados para sustentar o peso do corpo e para caminhar e correr. Composto por coxa, perna, tornozelo e pé.

A coxa só tem um osso - o fêmur - que se articula com a bacia pela cavidade catilóide. O fêmur tem volumosa cabeça arredondada, presa a diáfise por uma porção estreitada - o colo anatômico. A extremidade inferior do fêmur apresenta para diante uma porção articular - a tróclea - que trás dois côndilos separados pela chanfradura inter-condiliana. O fêmur é o maior de todos os ossos do esqueleto.

A perna e composta por dois ossos: a tíbia e a fíbula (perônio). A tíbia é o osso mais interno e a fíbula é o osso situado ao lado da tíbia.

Os dedos são prolongamentos articulados que terminam nos pés. O pé é composto pelos ossos tarso, metatarso e os ossos dos dedos. O metatarso é a parte do pé situada entre o tarso e os dedos. O tarso é a porção de ossos posterior do esqueleto do pé.

Cintura Pélvica

Cintura Pélvica

Ou bacia, conecta os membros inferiores ao tronco. Podem distinguir o homem da mulher. Nas mulheres é mais larga, o que representa adaptação ao parto.



SISTEMA ESQUELÉTICO
O sistema de sustentação dos animais é composto pelo esqueleto, pelos músculos e pelas articulações. Suas principais funções são: estrutura do corpo, apoio para os músculos, sustentação, proteção, movimentação, produção das células de sangue, armazenar íons potássio, cálcio e fosfato.



Esqueleto humano pode ser dividido em duas partes: Esqueleto axial (caixa craniana, coluna vertebral e caixa torácica) e esqueleto apendicular (cintura escapular e cintura pélvica e os ossos dos membros superiores e inferiores).

A coluna vertebral possui no seu interior a medula nervosa ou espinhal e está composta das seguintes regiões: região cervical (região do pescoço), região torácica (tórax), região lombar (abdominal), região sacral (cintura pélvuca) e região caccígea (final).

A caixa torácica é formada pela região torácica da coluna vertebral, osso esterno e 12 pares de costelas (7 primeiras são consideradas verdadeiras, 3 falsas e 2 flutuantes).

Os ossos podem ser classificados de acordo com seu formato: longos, curtos e planos ou chatos.

O osso longo possui duas extremidades largas, as epífises, e um longo corpo a diáfise. A parte externa é compacta e a interna composta de substância esponjosa, sendo revestido por uma membrana o periósteo (responsável pelo crescimento em espessura e regeneração). O disco metafisário (epifisário) é responsável pelo crescimento longitudinal do osso. A medula óssea pode ser amarela (reserva de gordura) e vermelha (hematopoiese- formação das células do sangue).



As articulações ou junturas são locais de contato entre ossos, podem possuir estruturas cartilaginosas e fibrosas visando diminuir o atrito durante os movimentos.

Nos animais encontramos basicamente dois tipos de esqueletos: endoesqueleto (esqueleto interno: vertebrados, equinodermas,) e exoesqueleto (esqueleto externo: maioria dos invertebrados). Nos peixes cartilaginosos (condrictes), o esqueleto e composto de cartilagem.



Nos artrópodes, o exoesqueleto, composto principalmente por quitina, envolve completamente o corpo destes animais, impedindo o seu crescimento contínuo. Para solucionar este problema, estes animais realizam mudas, trocando o exoesqueleto velho por um novo.

O movimento do nosso corpo, bem como o funcionamento de várias partes orgânicas dependem de músculos que realizam ações repetidas de contrações e relaxamentos.

Os músculos podem ser divididos de acordo com o seu funcionamento: músculo liso ou visceral- realizam movimentos lentos e involuntários (aparelho digestivo, aparelho respiratório, aparelho urinário, útero, vagina, vasos sanguíneos, bexiga); músculo estriado cardíaco- é encontrado somente no coração, permitindo movimentos rápidos e involuntários; músculo estriado esquelético- são os músculos que realizam movimentos rápidos e voluntários (ligados aos ossos do esqueleto, asas de artrópodes, conchas de moluscos).

Antagonísmo muscular é uma ação conjunta de músculos se contraindo e outros se relaxando, permitindo uma ação muscular.


Aparelho de Sustentação

Uma célula muscular é formada por miofibrilas que representam grupamentos protéicos relacionados com as contrações musculares. As contrações musculares estão relacionadas aos movimentos (deslizamentos) de proteínas específicas denominadas miosina e actina.

Para permitir movimentos, as células musculares gastam energia. Essa energia é proveniente do ATP que é convertido em ADP. Quando as reservas de ATP são esgotadas, entra em ação a fosfocreatina (grupamentos fosfatos) que liberam fósforo para o ADP, transformando-o em ATP. Novamente o ATP é transformado em ADP e nova energia é liberada. Com o esgotamento dos grupamentos fosfatos, as células musculares passam a realizar a fermentação e produção de ácido lático. O ácido lático é tóxico e produz um efeito doloroso na musculatura.

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