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sábado, 21 de junho de 2008

SISTEMA NERVOSO

Função
O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas, bem como as condições reinantes dentro do próprio corpo e elaborar respostas que adaptem a essas condições.

A unidade básica do sistema nervoso é a célula nervosa, denominada neurônio, que é uma célula extremamente estimulável; é capaz de perceber as mínimas variações que ocorrem em torno de si, reagindo com uma alteração elétrica que percorre sua membrana. Essa alteração elétrica é o impulso nervoso.

As células nervosas estabelecem conexões entre si de tal maneira que um neurônio pode transmitir a outros os estímulos recebidos do ambiente, gerando uma reação em cadeia.

Neurônios: células nervosas
Um neurônio típico apresenta três partes distintas: corpo celular, dentritos e axônio.

No corpo celular, a parte mais volumosa da célula nervosa, se localiza o núcleo e a maioria das estruturas citoplasmáticas.
Os dentritos (do grego dendron, árvore) são prolongamentos finos e geralmente ramificados que conduzem os estímulos captados do ambiente ou de outras células em direção ao corpo celular.

O axônio é um prolongamento fino, geralmente mais longo que os dentritos, cuja função é transmitir para outras células os impulsos nervosos provenientes do corpo celular.

Os corpos celulares dos neurônios estão concentrados no sistema nervoso central e também em pequenas estruturas globosas espalhadas pelo corpo, os gânglios nervosos. Os dentritos e o axônio, genericamente chamados fibras nervosas, estendem-se por todo o corpo, conectando os corpos celulares dos neurônios entre si e às células sensoriais, musculares e glandulares.

Células Glia
Além dos neurônios, o sistema nervoso apresenta-se constituído pelas células glia, ou células gliais, cuja função é dar sustentação aos neurônios e auxiliar o seu funcionamento. As células da glia constituem cerca de metade do volume do nosso encéfalo. Há diversos tipos de células gliais. Os astrócitos, por exemplo, dispõem-se ao longo dos capilares sanguíneos do encéfalo, controlando a passagem de substâncias do sangue para as células do sistema nervoso. Os oligodendrócitos e as células de Schwann enrolam-se sobre os axônios de certos neurônios, formando envoltórios isolantes.

Impulso Nervoso
A despolarização e a repolarização de um neurônio ocorrem devido as modificações na permeabilidade da membrana plasmática. Em um primeiro instante, abrem-se "portas de passagem" de Na+, permitindo a entrada de grande quantidade desses íons na célula. Com isso, aumenta a quantidade relativa de carga positiva na região interna na membrana, provocando sua despolarização. Em seguida abrem-se as "portas de passagem" de K+, permitindo a saída de grande quantidade desses íons. Com isso, o interior da membrana volta a ficar com excesso de cargas negativas (repolarização). A despolarização em uma região da membrana dura apenas cerca de 1,5 milésimo de segundo (ms).

O estímulo provoca, assim, uma onda de despolarizações e repolarizações que se propaga ao longo da membrana plasmática do neurônio. Essa onda de propagação é o impulso nervoso, que se propaga em um único sentido na fibra nervosa. Dentritos sempre conduzem o impulso em direção ao corpo celular, por isso diz que o impulso nervoso no dentrito é celulípeto. O axônio por sua vez, conduz o impulso em direção às suas extremidades, isto é, para longe do corpo celular; por isso diz-se que o impulso nervoso no axônio é celulífugo.

A velocidade de propagação do impulso nervoso na membrana de um neurônio varia entre 10cm/s e 1m/s. A propagação rápida dos impulsos nervosos é garantida pela presença da bainha de mielina que recobre as fibras nervosas. A bainha de mielina é constituída por camadas concêntricas de membranas plasmáticas de células da glia, principalmente células de Schwann. Entre as células gliais que envolvem o axônio existem pequenos espaços, os nódulos de Ranvier, onde a membrana do neurônio fica exposta.

Nas fibras nervosas mielinizadas, o impulso nervoso, em vez de se propagar continuamente pela membrana do neurônio, pula diretamente de um nódulo de Ranvier para o outro. Nesses neurônios mielinizados, a velocidade de propagação do impulso pode atingir velocidades da ordem de 200m/s (ou 720km/h ).



Sinapses: transmissão do impulso nervoso entre células
Um impulso é transmitido de uma célula a outra através das sinapses (do grego synapsis, ação de juntar). A sinapse é uma região de contato muito próximo entre a extremidade do axônio de um neurônio e a superfície de outras células. Estas células podem ser tanto outros neurônios como células sensoriais, musculares ou glandulares.

As terminações de um axônio podem estabelecer muitas sinapses simultâneas.

Na maioria das sinapses nervosas, as membranas das células que fazem sinapses estão muito próximas, mas não se tocam. Há um pequeno espaço entre as membranas celulares (o espaço sináptico ou fenda sináptica).

Quando os impulsos nervosos atingem as extremidades do axônio da célula pré-sináptica, ocorre liberação, nos espaços sinápticos, de substâncias químicas denominadas neurotransmissores ou mediadores químicos, que tem a capacidade de se combinar com receptores presentes na membrana das célula pós-sináptica, desencadeando o impulso nervoso. Esse tipo de sinapse, por envolver a participação de mediadores químicos, é chamado sinapse química.

Os cientistas já identificaram mais de dez substâncias que atuam como neurotransmissores, como a acetilcolina, a adrenalina (ou epinefrina), a noradrenalina (ou norepinefrina), a dopamina e a serotonina.



Sinapses Neuromusculares
A ligação entre as terminações axônicas e as células musculares é chamada sinapse neuromuscular e nela ocorre liberação da substância neurotransmissora acetilcolina que estimula a contração muscular.

Sinapses Elétricas
Em alguns tipos de neurônios, o potencial de ação se propaga diretamente do neurônio pré-sináptico para o pós-sináptico, sem intermediação de neurotransmissores. As sinapses elétricas ocorrem no sistema nervoso central, atuando na sincronização de certos movimentos rápidos.



Para que todas as funções sejam desempenhadas adequadas e coordenadamente , o nosso organismo dispõe de um sistema que integra todos os órgãos do corpo .É o sistema neuroendócrino.

Para que possamos responder rapidamente a estímulos como caminhar ,ler, pegar algo etc. ou

Seja , situações que dependem da nossa vontade , utilizamos o sistema nervoso voluntário .Mas em outras situações não dependentes da nossa vontade , como batimentos cardíacos , digestão etc. aí utilizamos o sistema nervoso involuntário.

Sistema nervoso somático: *central- responsável pelo controle de todas as atividades nervosas .(é formado pelo encéfalo( cérebro ,cerebelo e bulbo) e pela a medula espinhal.

Encéfalo se aloja na caixa craniana , enquanto Que a medula se localiza no interior da coluna vertebral .Além disso é envolvido por três membranas; as meninges (dumáter, aracnóide e a pia-máter)tem sua função protetora (impede o atrito e o deslocamento desses órgãos ,pois possuem vasos sangüíneos que irrigam o sistema nervoso.

Também na meninges encontramos um líquido cristalino chamado de líquido cefalorraquidiano,que protege os órgãos do snc contra choques mecânicos .

Meningite é causada por vírus e bactérias que atacam as meninges assim inflamando-as.

Cérebro: É o maior órgão do encéfalo , pesa, num adulto , cerca de 1.400gramas .Divide-se em dois hemisférios cerebrais e apresenta em sua superfície o córtex cerebral , responsável pela percepção dos sentidos , armazenamento de informações etc. o córtex é a sede do controle dos atos conscientes e inconscientes e também da inteligência.

Dicéfalo- é onde tem o controle do sono ,da fome etc.

Cerebelo- chamada de arvore da vida ,tem movimentos musculares precisos e o equilíbrio do corpo .

Bulbo- É responsável de controlar a pressão sangüínea e o ritmo respiratório .

Medula espinhal- conduzem estímulos ao encéfalo e as respostas do encéfalo , portanto são nervos mistos .

Em certas situações , a medula funciona como centro nervoso , isto é , processa ela mesma, a resposta . É o que absorvamos , por exemplo , nos reflexos . Ao pisarmos sobre um prego , imediatamente recolhemos o pé . o estímulo foi percebido pelos receptores dos pés , transmitido até a medula que se encarregou de processar a resposta .Ao recolhermos o pé realizamos um ato reflexo . o trajeto percorrido pelo estímulo denomina-se arco- reflexo .



SISTEMA NERVOSO
Funções Básicas
Para que, no nosso corpo, os diversos aparelhos (digestivo, urinário, cardiovascular, etc.) funcionem de forma adequada, temos 2 grandes sistemas reguladores: o sistema endócrino e o sistema nervoso.

O sistema endócrino controla as diversas funções de nosso organismo principalmente interferindo no metabolismo (de diversas formas).

Já o sistema nervoso é o principal regulador de nossas funções, exercendo controle sobre quase todas as atividades ou eventos que ocorrem a cada momento no nosso corpo. Tal controle é feito através da transmissão de impulsos que percorrem os diversos circuitos neuronais e liberação de mediadores químicos através das numerosas terminações encontradas nas células nervosas.

Em nós, humanos, o sistema nervoso atingiu o mais alto e sofisticado grau de desenvolvimento (quando comparado com o de outros animais mais inferiores) possibilitando que executemos atividades bastante complexas como pensamento, planejamento, emoções, comunicação pela fala e pela escrita e, com isso permitindo que continuemos a aprofundarmos cada vez mais no nosso conhecimento e nas nossas possibilidades de sobrevivência.

Funções Básicas do Sistema Nervoso
Podemos dizer que o sistema nervoso exerce suas atividades através de 3 funções básicas:

Função Sensorial
A todo momento nosso sistema nervoso recebe milhares de informações oriundas de receptores espalhados por todo nosso corpo, dos mais variados tipos e adaptados a excitarem-se aos mais variados tipos de estímulos.

Dessa forma, informações como visão, audição, olfato, tato, gustação constantemente atingem nosso cérebro informando-o do que se passa com o nosso corpo.

Além das informações acima, que chegam inclusive à nossa consciência, numerosas informações chegam a todo instante e nem sequer atingem áreas relacionadas à consciência, mas informam o sistema nervoso a respeito da situação do corpo a cada momento. Ex.: Receptores localizados na parede de grandes vasos excitam-se com a distensão dos mesmos, quimioceptores excitam-se quando certas alterações químicas (como redução da concentração de oxigênio ocorre no meio ou quando a concentração de certos íons ultrapassa certos níveis) ocorrem e enviam tais informações ao sistema nervoso central, etc.

Função integrativa
Através desta função o sistema nervoso nos permite processar as informações recebidas a cada instante, armazená-las em bancos de memórias ou mesmo utilizá-las associando-as às novas sensações recebidas a cada instante. Através da função integrativa o sistema nervoso também nos permite pensar, raciocinar, calcular, planejar, sentirmos emoções, etc.

Função motora
Com esta função o sistema nervoso controla nosso corpo, comanda as contrações dos diversos músculos, sejam os mesmos esqueléticos, cardíaco ou lisos, controla as secreções das diversas glândulas, endócrinas ou exócrinas, controla o tônus vasomotor ideal a cada instante, o ritmo respiratório ideal, o peristaltismo intestinal e muito mais.

Neurônios
Para executar suas funções, nosso sistema nervoso funciona como um verdadeiro processador de dados, como um computador.

Como num computador eletrônico, as informações trafegam a todo instante através de verdadeiros e complexos circuitos.

Mas, diferente de um computador eletrônico, os circuitos são formados por células vivas, feitas de material orgânico, carboidratos, proteínas e gorduras, que se comunicam umas com as outras através da liberação de substâncias químicas (os mediadores químicos) em suas extremidades.

As informações trafegam, ao invés de condutores ou cabos, como num aparelho eletrônico, através de fibras nervosas, na forma de impulsos nervosos (potenciais de ação, que se propagam ao longo do axônio da célula nervosa).


Diagrama de um Neurônio

As células responsáveis por todo o processamento de informações no sistema nervoso são denominadas neurônios. Existem mais de 100 bilhões dessas células em nosso sistema nervoso.

São células excitáveis e, quando excitadas, despolarizam-se e a despolarização, cada vez que ocorre, propaga-se ao longo de um prolongamento da célula, o axônio. Na extremidade do axônio existem numerosas ramificações (dependendo da célula, o número de ramificações axônicas varia desde algumas centenas até algumas centenas de milhares ramificações num único axônio). Cada ramificação axônica termina de forma dilatada e libera, com a chegada de cada potencial de ação, mediadores químicos em sua extremidade, através de sua membrana.

Tais mediadores, em contato com a membrana de um outro neurônio, alteram a permeabilidade da membrana desta outra célula excitável a certas substâncias dissolvidas no líquido intra ou extra celular (sódio, potássio, etc.), tornando-a mais excitável ou mais inibida, dependendo das características da substância química liberada e dos receptores localizados na membrana da célula receptora.



A comunicação entre uma célula excitável e outra célula excitável, através da liberação de mediadores químicos, denomina-se sinapse. Portanto, através de numerosas sinapses os neurônios comunicam-se uns com outros. Num único neurônio podem existir até milhares de sinapses.

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